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Estado assina primeiro contrato de suprimento de biometano no RS

O ato de assinatura contou com a presença do prefeito de Triunfo, Luciano Fernando de Sousa.

O governo do Estado, por meio da Companhia de Gás do Estado do Rio Grande do Sul (Sulgás), e a empresa SebigasCótica firmaram, nesta segunda-feira (20/12), o primeiro contrato de suprimento de biometano do Rio Grande do Sul. A assinatura no Palácio Piratini teve a presença do governador Eduardo Leite e dos secretários Artur Lemos (Casa Civil) e Luiz Henrique Viana (Meio Ambiente e Infraestrutura).


“Essa assinatura é extremamente importante para nós, e vem ao encontro do que já temos trabalhado no RS. Além de ser uma oportunidade do ponto de vista sustentável, também tem benefícios econômicos. Resolvendo passivos ambientais, é possível expandir a possibilidade de atividade rural, na medida em damos outro fim aos resíduos. Estamos comprometidos com a redução de emissões de carbono no âmbito do Race to Zero, e esse é mais um passo dado nessa direção”, disse o governador.

Texto: Ascom Sulgás. Foto: Felipe Dalla Valle / Palácio Piratini. Edição: Secom. Disponível em https://estado.rs.gov.br/estado-assina-primeiro-contrato-de-suprimento-de-biometano-no-rs

O acordo entre as duas empresas é resultado da chamada pública para aquisição de biometano, lançada pela Sulgás em 2020. A proposta prevê a instalação de uma central de tratamento integrado de resíduos (CTIR) em grande escala no município de Triunfo, com capacidade para receber resíduos da agroindústria, que serão transformados em biocombustíveis.


A planta da CTIR incluirá uma usina de produção de biometano originado a partir da transformação de resíduos da atividade agrossilvopastoril. O volume inicial para os cinco primeiros anos do contrato de suprimento com a Sulgás é de 15 mil m³/dia, a contar de 2024, ano em que está previsto o início da entrega. A capacidade poderá ser ampliada para 30 mil m³/dia a partir do sexto ano, conforme previsão contratual.


Para o presidente da Sulgás, Carlos Camargo de Colón, esse será o primeiro passo para inserir na matriz energética um novo produto, que traz muitos benefícios. “Em primeiro lugar, a pegada ambiental do biometano é muito positiva, pois vem de fonte 100% renovável e não de origem fóssil. Além disso, diversificar a fonte de suprimento, ainda mais neste momento de alta de preço do petróleo e gás, é um movimento importante para o mercado de energia. O biometano é uma fonte de gás local, que gera emprego e renda, desenvolvendo economicamente as regiões. Esse projeto também poderá incentivar a instalação de novos empreendimentos semelhantes em outros locais, ampliando o acesso dos consumidores a um combustível com as mesmas especificidades e aplicações do gás natural”, ressaltou.


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